Mais de 100 mil alunos devem fazer Enem em RO

Candidatos devem se preparar para uma 'maratona' de provas. Veja informações sobre documentação, horários e dicas para dias do exame.

Mais de 100 mil estudantes devem fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2016 em Rondônia a partir deste sábado (5). As provas têm início às 13h30 (horário oficial de Brasília), ou seja, às 11h30 no horário estadual. Os candidatos devem ficar atentos ao fuso-horário, pois os portões fecham meia hora antes das provas começarem.

Neste sábado (5), o Enem dura quatro horas e meia, com provas de ciências humanas e ciências da natureza. No domingo (6), o dia é mais longo devido a prova de redação, que complementa as de português e matemática.

O edital do Enem permite que os participantes levem comida e bebida para a sala de provas, porém, os participantes devem ficar atentos ao cardápio, para que não levem algo que faça mal ou que possa atrapalhar o desempenho de alguma forma na ‘maratona’ de provas.

A Central de Atendimento do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) ficará disponível através do telefone 0800-616161 e caso de dúvidas sobre a dados da prova. O órgão indica que, antes de procurar o atendimento telefônico, o participante consulte seus dados no site do Enem: enem.inep.gov.br.

Documentação
Para realizar as provas do Enem é necessário apresentar um documento de identificação original com foto. Certifique-se de levar ao menos um deles, seja ele RG, CPF, CNH, ou até título de eleitor.

Caneta Preta
De acordo com o edital, os candidatos só podem levar consigo canetas de tinta preta para realizar a prova. Elas também precisam ter o corpo transparente, de forma que o fiscal possa enxergar o interior da caneta.

Proibições
Não é permitido, sob risco de ter a prova anulada:
• Declaração falsa ou inexata em qualquer documento referente ao exame.
• Perturbar a ordem e comportar-se indevidamente no local de prova.
• Comunicar-se com outro participante, seja por voz, escrito ou qualquer outra forma.
• Portar, dentro da sala de provas, equipamento eletrônico e de comunicação (celulares devem ser desligados e colocados dentro de sacos plásticos lacráveis, entregues por fiscais de prova, no local. Esquece aquela selfie bacana).
• Qualquer tipo de fraude em benefício próprio ou de terceiros.
• Uso de livros, anotações ou referências impressas para consulta, durante o exame.
• Deixar a sala de provas sem o acompanhamento de um aplicador ou ausentar-se antes de duas horas do início das provas.
• Não entregar Cartão-Resposta, Folha de Redação e Folha de Rascunho ao aplicador, ao ao terminar as provas.
• Não entregar Caderno de Questões ao aplicador, exceto ao deixar em definitivo a sala de provas nos últimos 30 minutos anteriores ao fim do prazo de resolução do exame.
• Deixar a sala de provas com o Cartão-Resposta, Folha de Redação e/ou Folha de Rascunho.
• Não obedecer às orientações da equipe de aplicação durante a realização do Exame.
• Utilizar óculos escuros e artigos de chapelaria como boné, chapéu, viseira, gorro ou similares.
• Portar armas de qualquer espécie, mesmo com licença de porte.
• Receber quaisquer informações sobre as provas, de qualquer membro da equipe de aplicação do ou de outro participante.
• Recusar-se sem justificativa a ser submetida à revista eletrônica, coleta de dado biométrico e ter revista eletrônica de objetos.
• Não aguardar em sala de provas das 13h00min as 13h30min para iniciar as provas.
• Não apresentar, no prazo estipulado, os documentos solicitados pelo Inep.

Adiamento
O Ministério Público Federal do Ceará (MPF-CE) havia solicitado, na quarta (2) a suspensão das provas em todo o país, após o Ministério da Educação (MEC) decidir adiar a prova para 191 mil participantes que fariam o teste em escolas ocupadas em protestos contra a reforma do ensino médio e contra a PEC do teto dos gastos. Os afetados farão a prova em 3 e 4 de dezembro.

Na decisão que manteve a realização da prova em duas datas, a juíza Elise Avesque Frota rebate o argumento utilizado pelo procurador da República no Ceará, Oscar Costa Filho, que questionava a quebra de isonomia do exame que passaria a exigir temas distintos de redação para cada um dos grupos.