PARÁ: Acúmulo de lixo é flagrado no bairro do Jurunas, em Belém

Lixo é despejado de forma irregular no canal da tv. Quintino Bocaiúva. Coleta de lixo irregular é denunciada em outros pontos da Grande Belém.

A equipe de reportagem da TV Liberal flagrou na manhã desta terça-feira (7) uma situação de acúmulo de lixo na travessa Quintino Bocaiuva, no bairro do Jurunas, em Belém. Moradores da área denunciam o mau cheiro provocado pelo despejo de lixo na área.

Diversos bairros de Belém registram pontos de acúmulo de lixo desde o protesto que bloqueou o acesso ao aterro sanitário de Marituba, na Grande Belém, e resultou na suspensão da coleta de lixo na região metropolitana. A Prefeitura de Belém informou que 80% do lixo acumulado já foi recolhido na área central de Belém e, na periferia, a coleta já chegou a 60%.

Moradores do distrito de Icoaraci e do conjunto Cidade Nova 8, em Ananindeua, também denunciaram à TV Liberal que a coleta de lixo ainda não está regularizada nas duas localidades.

Protesto
Moradores do bairro São João, em Marituba, município da região metropolitana de Belém,  interditaram na última quarta-feira (1º) a via que dá acesso ao aterro sanitário que fica no município, próximo à Alça Viária.

A comunidade protesta contra os problemas decorrentes da instalação do lixão no local, como o forte odor e a ocorrência de problemas respiratórios entre os moradores. Eles pedem que o espaço seja desativado.

O bloqueio durou três dias, mas três dias após o bloqueio, um grande volume de detritos ainda se acumula em diversos pontos da capital paraense.

Acúmulo de lixo é flagrado no bairro do Jurunas, em Belém (Foto: Reprodução/TV Liberal)
 Vistoria

O aterro sanitário de Marituba passou por uma vistoria na tarde desta segunda-feira (6), na região metropolitana da capital. Participaram representantes da Ordem dos Advogados do Brasil – Pará (OAB), Ministério Público do Pará, Governo do Estado e da Secretarias Municipais de Meio Ambiente  de Belém, Ananindeua e Marituba.

Um grupo de aproximadamente 30 pessoas se reuniu em frente ao portão de acesso ao aterro para aguardar a vistoria. A imprensa não foi autorizada a acompanhar o trabalho, o que gerou protesto dos moradores.