A cidade de Porto Velho, surgiu a partir de projetos existenciais de alguns valorosos desbravadores. Com o passar do tempo, tomou um formato urbano singular, com características próprias, costumes e usos que figuram como referenciais para seus habitantes, e especialmente, para aqueles que incluem esta capital como parte de suas incursões turísticas, ou mesmo, como território à abrigar novos empreendimentos econômicos.

Inúmeros investimentos são esperados, visando adequar esta cidade com o que há de mais moderno, nas várias áreas sociais, propiciando aos munícipes uma melhor qualidade de vida. Com isto, a eleição de um novo gestor para a capital Portovelhense, renova as expectativas de seus habitantes. A exemplo das eleições anteriores, seus moradores alimentam diversos sonhos, cuja materialização, tem direta relação com a política decisória daqueles que governam.

Com isto, o representante máximo do executivo municipal, tem sobre si, uma árdua tarefa, que passa pelo prosseguimento de projetos em curso, legado de gestões anteriores, cuja interrupção seria, no mínimo, um desrespeito aos seus habitantes, “salvo razões jurídicas que a justifiquem”, ao tempo em que se organiza para a implantação de novas medidas, que possam contemplar os anseios da coletividade.

Neste cenário, resta-nos desejar ao novo gestor, que suas iniciativas possam ser frutíferas. Que a nova gestão municipal Portovelhense, na pessoa do seu máximo representante, possa ver realizadas suas propostas, ao tempo em que responde aos anseios de seus munícipes, cujo êxito, passa invariavelmente, por decisões compartilhadas entre executivo e legislativo municipal.

Rita Urizzi

A autora é Educadora, Pesquisadora, Licenciada em Pedagogia; Especialista em Administração e Gerenciamento e Docência no Ensino Superior. Possui experiência de mais de 30 anos em Assessoramento Parlamentar, atuando nas áreas de Planejamento e Coordenação de equipes, para prestação de serviços ao setores Público e Privado.