O estreitamento dos laços entre as entidades sindicais, na luta pelos direitos dos trabalhadores, foi defendido na última quinta-feira (7) pelo presidente do Sinjur, Francisco Roque, durante a cerimônia de posse da nova diretoria do Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado de Rondônia (Sintero).

Roque, que é um dos mais respeitados expoentes do sindicalismo rondoniense, com atuação direta junto aos parlamentos federal e estadual, na busca da defesa dos direitos dos trabalhadores do Poder Judiciário e, por consequência, dos demais servidores públicos, discursou desejando sucesso à nova gestão do Sintero, convidando-os a fortalecer as lutas contra as ações que, nos últimos anos, tentam minar o sindicalismo brasileiro.

“A nova presidente do Sintero, Lionilda Simão de Souza, chega como mais um reforço para a força sindical rondoniense. Há muitas forças que juntam contrárias ao trabalhador, mas unidos, num mesmo desejo, os sindicatos se manterão firmes, como braços fortes em prol dos trabalhadores”, salientou Roque.

Roque falou ainda da importância do Sintero na luta pelos direitos dos trabalhadores em educação e da classe trabalhadora como um todo. O ex-presidente do Sintero, Manoel Rodrigues da Silva foi mais enfático quando falou das dificuldades para concretizar a transposição e da letargia da bancada federal no apoio aos servidores de Rondônia.

Ele fez um rápido balanço da luta durante as duas gestões em que esteve à frente do maior sindicato de Rondônia, desejou sucesso à nova presidente e se colocou à disposição para contribuir com a luta.

“Manoelzinho, como é mais conhecido, fez um bom trabalho à frente do Sintero. Com certeza a professora Lionilda Simão também escreverá uma história de sucesso e, de antemão, já me ponho à disposição para ajudar no que for possível”, acentuou Roque.

A nova presidente do Sintero, Lionilda Simão de Souza, a professora Léo, iniciou seu discurso agradecendo a todos os segmentos que de alguma forma contribuíram para as vitórias do Sintero. Disse que  após o encerramento das eleições e da proclamação do resultado, não existem mais chapas nem adversários. “Agora não existem mais chapas. Agora a tarefa é promover a união de todos em torno do objetivo comum, que é a defesa dos direitos dos trabalhadores em educação e da classe trabalhadora”.